Archive for the 'ele mesmo' Category
quão problemática é uma pessoa que, ao receber mensagens de duas pessoas amadas em questões de minutos, resolve conferir o horóscopo para saber se o destino lhe previa tais surpresas?
ou ainda que ao ouvir o nome Krakóvia lembra-se do filme “O Terminal” ao invés da “Lista de Shingler”, pq no primeiro, o espetacular Tom Hanks é um viajante da Krakozhia, país fictício do filme (neste caso a presença de Catherine Zeta-Jones pode explicar muita coisa)
enfim, apenas dois episódios preocupantes do dia
23 de março de 2010
Design Patterns – Patterns Criacionais: Factory Method
escrito por Ruppel, enquanto ele mesmoA terceira pattern do livro é bem conhecida: é uma Factory. A factory tem 3 usos bem claros:
- Você está criando um framework no qual você precisa instanciar uma classe que estará fora do framework.
- Você quer que uma subclasse especifique qual tipo de produto a sua classe pai (ou mãe?) deve criar
- Você quer concentrar o conhecimento de quais são as classes concretas (implementações) usadas no seu sistema em um único lugar.
Para solucionar esses três casos distintos, usa-se a simples idéia de ter uma classe abstrata com um método CreateProduct() que será implementado por sua filha.
Repare que quem faz uso do FactoryMethod é a própria classe Creator, mas esse método será implementado apenas pelo ConcreteCreator.
Uma consequência interessante da FactoryMethod tratada no livro é permitir a manipulação de hierarquias paralelas de classes. O exemplo dado é de elementos gráficos que possam ser manipulados (redimensionados, cortados, arrastados), como Linhas, Textos e Imagens. Cada um desses objetos é manipulado diferentemente, mas através de uma mesma interface, a interface Manipulator.
Assim, você define na interface comum a esses produtos (no caso seria uma interface ElementosGráficos) um método CreateManipulator. E a classe Linha irá criar um ManipuladorDeLinha, a classe Texto um ManipuladorDeTexto e a Imagem um ManipuladorDeImagem. Criando, dessa forma, as duas hierarquias paralelas: a de elementos gráficos e a de manipuladores desses elementos.
eu adoro filosofar. muito.
e sou romântico, por acreditar em coisas boas, mas também quando se trata do coração.
mas não gosto de me abrir (escrever esse texto é um sacríficio, mas acho que tava precisando), e isso me dá um aspecto frio, do qual não gosto
mas vejo que não sou frio, que me emociono com coisas bobas, fico chocado com notícias fortes, que choro em comédias românticas e choro mais ainda em dramas
faço piada o tempo todo… e adoro brincar… gosto de ser sempre positivo
aprendi a levar a ética a sério, em todo aspecto da vida, independente de hora e lugar
tento ser sincero sempre e nunca mentir
tenho uma família e amigos sensacionais, aos quais só devo agradecer, sempre.
me considero sortudo, apesar de acreditar mais em competência e oportunismo do que em sorte.
24 de dezembro de 2009
os melhores fundos de tela para iPhone
escrito por Ruppel, enquanto ele mesmose você também ama o seu iPhone, nada melhor que colocar uma bela imagem de fundo
o smashing magazine publicou uma coleção de 100 fundos de tela (wallpapers) que são realmente bonitos
são os melhores e mais bonitos wallpapers para iphone que eu já tinha visto… para instalar é fácil: no seu iphone, visualize a imagem que você quer e mantenha o dedo sobre ela até aparecer um menu com a opção: “Salvar imagem”
ao escolher essa opção, a imagem irá automaticamente aparecer entre as suas “Fotos”. Depois, vá até a imagem e selecione o ícone na esquerda inferior para surgir a opção “Imagem de fundo”. Aparecerá, então, uma tela para você ajustar a sua imagem de fundo, dando um zoom ou movendo a imagem da maneira que você achar melhor. Para finalizar é só clicar em “Definir”.
aliás, o smashing magazine é um ótimo site para encontrar qualquer coisa realmente bonita
duas novas séries
escrito por Ruppel, enquanto ele mesmovou inaugurar aqui duas novas séries:
resumo dos clássicos da computação
na primeira série, vou deixar registradas as dicas que colecionei ao longo da minha experiência iphonística
na segunda, colocarei resumos dos principais livros de desenvolvimento de software da atualidade
recentemente instalei o Opera, gostei muito do visual do Opera 9, e ultimamente o visual das coisas têm sido o critério mais importante nas minhas escolhas, então resolvi testá-lo
gostei muito do navegador, achei ele bem rápido e completo: as funções mais básicas que estão presentes em todos os navegadores ele tb tem
claro q eh muito dificil de replicar todas as funcionalidades das extensões do firefox nativamente, mas gostei muito do q está presente
mas agora, após um mês mais ou menos de uso, jah posso listar coisas q não gosto:
- ao bloquear uma pop-up ele não dá opção de liberar pop-ups naquele site;
- na aba de downloads, não existe um botão rápido para limpar todos os downloads concluídos, temos que clicar com o botão direito e escolher a opção
- ao clicar com botão direito nos links da barra de usuário (aquele atalho acima da barra de endereço) não tem a opção de abrir o link em nova aba (talvez isso seja configurável, preciso pesquisar)
são poucos defeitos q jah me incomodam bastante… pretendo atualizar a lista com o decorrer da minha experiência Opera
faz um tempo que a vontade postar coisas voltou
ainda fui incentivado por um post que infelizmente não consigo encontrar de novo comentando sobre escrever as coisas em blogs para o bem da humanidade (se você responde verbalmente a um colega, ou escreve um email, a sua informação fica restrita a um número baixo de pessoas)
além disso, voltei a encontrar bons blogs, inclusive o da Soninha, que tem o post catalisador desta volta:
Algumas raras, raríssimas vezes na minha vida, eu tenho o prazer de não cumprir um dever. Durmo até mais tarde, dou cano na terapia (justo na terapia!). Depois me sinto culpada…
Adoro o ócio, o lazer. Deitar na rede, deitar no chão, ler qualquer bobagem. Andar à toa, zapear, assistir programa ruim (por pouco tempo, que não tenho muita paciência). Ler, escrever, desenhar, jogar Sudoku e paciência Spider. Brincar com o gato e o cachorro. Montar quebracabeças de mil peças. Tirar fotos, ver fotos, organizar fotos. Esvaziar ereorganizar gavetas, pelo prazer de rever toda a bagunça mais do que de acabar com ela. Ouvir música olhando pro teto.
Gostar de não fazer “nada” prova para mim mesma que não sou workaholic. Não, não sou viciada em trabalho, gosto de não trabalhar.
sim, eu só queria mesmo colocar o post dela =)
tb adoro o ócio, mas a sensação de não cumprir deveres deixa-nos o tempo todo trabalhando =(
Em uma aula do meu curso de Engenharia de Computação da USP desta semana, o professor comentou a história do Patinho Feio, nome dado ao primeiro computador desenvolvido no Brasil.
É interessante quando percebemos que com o aprendizado da faculdade você começa a lidar com coisas cada vez mais recentes e atuais. Eis que o responsável pela parte principal do Patinho Feio era justamente esse meu professor, conhecido por Fregni.
A história começa em 69, com a inauguração do Laboratório de Sistemas Digitais dentro da Poli (LSD.. e reparem que foi no ano de WoodStock… nome sugestivo para época…rs). Um dos objetivos que tal laboratório traçara era o de projetar um computador no Brasil.
Assim eles trazem um engenheiro da IBM, Glen Langdon, para ajudar a construir esse computador. Glen soube lidar com a responsabilidade, não limitou-se a dar o peixe, ensinou a pescar. Começou com um curso de pós-graduação de um ano de duração e no qual a prova final foi a especificação das características de um computador.
Glen então escolheu uma das provas e montou a equipe que construiria o primeiro computador brasileiro, utilizando o modelo de um dos alunos. Professores da USP foram divididos no gerenciamento de cada uma das partes do computador. E o projeto caminhava normalmente quando veio um grande incentivo…
Em 1972, época de ditadura, a Marinha brasileira lança um programa de desenvolvimento de um computador para utilizar nos navios que havia adquirido da Inglaterra.
A equipe da USP despontava como grande favorita para o Hardware desse computador, pois era a única com um projeto do tipo já em andamento. Mas a eis que a recém-criada Unicamp traz um profissional do exterior para coordenar um projeto que eles intitularam “Cisne Branco”, em referência à Marinha.
O relato do meu professor é fascinante. Ver uma pessoa que esteve lá, fazendo parte da história, e suas reações. Conta que a equipe da USP ficou toda assustada com a divulgação do “Cisne Branco” feita pela Unicamp. Os professores da Poli até então sem concorrentes viam nascer um campeão estampado nas páginas do jornal. Mas depois do golpe, eles se reergueram e um professor lançou a idéia: “se eles são o Cisne Branco, o nosso Patinho Feio vai lá e vai ganhar essa parada”. A motivação foi tremenda.
A vantagem de uma equipe que já tinha um projeto em fase de testes foi determinante para escolha do Patinho Feio pela Marinha. O Patinho Feio, inclusive, encontra-se ainda hoje nos campos da Poli, ali pelos lados da Administração.
Adoro a sensação de ter aulas com alguém que faz parte da história do Brasil, ou pelo menos do computador no Brasil. É difícil imaginar que poderemos ser nós, um dia, a fazer a história do nosso país… Bacana!
