Frase do dia
Se você tem que perguntar é porque você não está pronto para entender.
eu gosto mais de atualizar e incrementar a minha instalação do wordpress do que criar posts, já estou certo disso
na sexta, blog atualizado para a versão 2.8
e hoje coloquei o glorioso code snippet, para, no caso de necessitar escrever códigos, eu possa fazê-lo sem maiores dificuldades
e a grande feature é ter numeração das linhas e mesmo assim poder fazer Ctrl+C Ctrl+V
[code lang="java"]
void teste(){
int a = 0;
teste.start();
for(a = 0; a < 5; a++)
doSomethingSpecial();
return a;
}
[/code]
hahahaha q nada a ver… soh testando mesmo
faz um tempo que a vontade postar coisas voltou
ainda fui incentivado por um post que infelizmente não consigo encontrar de novo comentando sobre escrever as coisas em blogs para o bem da humanidade (se você responde verbalmente a um colega, ou escreve um email, a sua informação fica restrita a um número baixo de pessoas)
além disso, voltei a encontrar bons blogs, inclusive o da Soninha, que tem o post catalisador desta volta:
Algumas raras, raríssimas vezes na minha vida, eu tenho o prazer de não cumprir um dever. Durmo até mais tarde, dou cano na terapia (justo na terapia!). Depois me sinto culpada…
Adoro o ócio, o lazer. Deitar na rede, deitar no chão, ler qualquer bobagem. Andar à toa, zapear, assistir programa ruim (por pouco tempo, que não tenho muita paciência). Ler, escrever, desenhar, jogar Sudoku e paciência Spider. Brincar com o gato e o cachorro. Montar quebracabeças de mil peças. Tirar fotos, ver fotos, organizar fotos. Esvaziar ereorganizar gavetas, pelo prazer de rever toda a bagunça mais do que de acabar com ela. Ouvir música olhando pro teto.
Gostar de não fazer “nada” prova para mim mesma que não sou workaholic. Não, não sou viciada em trabalho, gosto de não trabalhar.
sim, eu só queria mesmo colocar o post dela =)
tb adoro o ócio, mas a sensação de não cumprir deveres deixa-nos o tempo todo trabalhando =(
com a minha volta aos metrôs de são paulo, percebi uma mania nas pessoas que chega a quase me incomodar.. não sei ao certo
são muitos os que se sentem incomodados no metrô e para expressar o descontentamento utilizam um recurso de nenhuma eficácia: estalos!
estalos feitos com a língua! é relativamente fácil fazer esse estalo e suponho que todo mundo um dia já o fez: pressione a sua língua contra o céu da boca e a mantenha enrigecida, em seguida puxe-a para baixo rapidamente. voilà! um pequeno estalo!
agora, o que me incomoda nesses estalos é o grito contido por trás deles. bando de pessoas sem atitude! está insatisfeito? então reclame! mas não fique fazendo estalos! é de ver essa impotência nos outros que eu fico um pouco incomodado, mas também nem tanto, afinal cada um cuide de sua vida e ainda existe um lado positivo nos estalos não virarem reclamações
isso pq o estalo é invariavelmente fruto de um incômodo injustificável, como, por exemplo, se incomodar com a indecisão de uma pessoa, que não sabe se desvia de você pela direita ou pela esquerda, conto isso pq vi exatamente essa situação acontecer
mas como ficar incomodado com alguém tentando desviar de vc e não sabendo se vai para a esquerda ou para a direita? não é natural isso acontecer dentro de um metrô com milhares de pessoas?
ficar incomodado com trombadas não propositais? ficar incomodado com alguém que usa mochila nas costas para subir escada rolante (já estando fora do vagão, cada um faz o que quiser, ou precisamos nos espremer inclusive na escada rolante?)
enfim… não gosto de ver todo esse incômodo por coisas tão bestas e muito menos ver que os incomodados se limitam a fazer um estalo com a língua (será que se limitam ao estalo pq sabem ser injustificável a reclamação?)
enfim, o “protesto” (longe disso) vêm com a sugestão do que considero certo: está incomodado? fale, tente resolver
na engenharia fala-se muito em “soluções de problemas”
e frequentemente um determinado problema tem uma solução chamada “genial”, ou seja, uma solução que custa pouco e resolve o problema de forma inteligente
mas, existe um aspecto que foge um pouco ao senso comum: também frequentemente ocorre da solução “genial” não ser a melhor solução!
isso porque as soluções geniais geralmente são díficeis de serem compreendidas ou modificadas, e como na engenharia os problemas mudam constantemente, esse é um requisito quase fundamental
este ano não estou acompanhando o campeonato como um todo… estou me limitando ao meu time, Palmeiras
por isso achei díficil montar a seleção do campeonato para o Trófeu Mesa Redonda
Minha seleção foi escalada em 4-4-2
Marcos
Paulo Sérgio
Gustavo
Pereira
Leandro
Sandro Silva
Ramires
Tcheco
Alex
Kléber
Kléber Pereira
Meu técnico é o Luxemburgo. Revelação eu fico muito dividido entre Alex e Keirrison (por sinal, eu deveria ter jogado em 4-3-3 e ter tirado o Tcheco para colocar o Keirrison). E por fim fica a grande dúvida: Qual o melhor jogador do campeonato?
Considerando que o melhor jogador deve sair do campeão, e considerando o Palmeiras como “campeão parcial”, quem eu escolheria?
Acho que o melhor jogador seria o Kléber, atacante de raça e qualidade. Mas ele é violento às vezes, então busquei alternativas: O vencedor até o momento é o Marcos, goleiro, super merecido, mas acho que é fanatismo escolhê-lo.
Outra boa opção é o Sandro Silva, porém ele não jogou todo o campeonato, então eu acabei escolhendo o Leandro e fiquei satisfeito com a escolha.
procurava um bom tema a estudar, para formar minha tese, para guiar minha vida
resolver o trânsito de uma cidade, me parece realmente das coisas mais desafiadoras
a primeira idéia que tive, seria fazer o que o Minority Report mostra… carros que andam sozinhos numa velocidade absurda, mas que precisam andar sobre uma pista especial, espécie de trilho
um pouco de choro
escrito por Ruppel, enquanto Filósofochoro por emoção, mas não choro por tristeza
eu não queria que ficasse com ares poéticos, mas acho que é inevitável
eu me preocupava com a dificuldade em chorar, e assistindo ontem ao jô, ele disse a primeira frase desse post, com a qual eu me identifiquei completamente
Em uma aula do meu curso de Engenharia de Computação da USP desta semana, o professor comentou a história do Patinho Feio, nome dado ao primeiro computador desenvolvido no Brasil.
É interessante quando percebemos que com o aprendizado da faculdade você começa a lidar com coisas cada vez mais recentes e atuais. Eis que o responsável pela parte principal do Patinho Feio era justamente esse meu professor, conhecido por Fregni.
A história começa em 69, com a inauguração do Laboratório de Sistemas Digitais dentro da Poli (LSD.. e reparem que foi no ano de WoodStock… nome sugestivo para época…rs). Um dos objetivos que tal laboratório traçara era o de projetar um computador no Brasil.
Assim eles trazem um engenheiro da IBM, Glen Langdon, para ajudar a construir esse computador. Glen soube lidar com a responsabilidade, não limitou-se a dar o peixe, ensinou a pescar. Começou com um curso de pós-graduação de um ano de duração e no qual a prova final foi a especificação das características de um computador.
Glen então escolheu uma das provas e montou a equipe que construiria o primeiro computador brasileiro, utilizando o modelo de um dos alunos. Professores da USP foram divididos no gerenciamento de cada uma das partes do computador. E o projeto caminhava normalmente quando veio um grande incentivo…
Em 1972, época de ditadura, a Marinha brasileira lança um programa de desenvolvimento de um computador para utilizar nos navios que havia adquirido da Inglaterra.
A equipe da USP despontava como grande favorita para o Hardware desse computador, pois era a única com um projeto do tipo já em andamento. Mas a eis que a recém-criada Unicamp traz um profissional do exterior para coordenar um projeto que eles intitularam “Cisne Branco”, em referência à Marinha.
O relato do meu professor é fascinante. Ver uma pessoa que esteve lá, fazendo parte da história, e suas reações. Conta que a equipe da USP ficou toda assustada com a divulgação do “Cisne Branco” feita pela Unicamp. Os professores da Poli até então sem concorrentes viam nascer um campeão estampado nas páginas do jornal. Mas depois do golpe, eles se reergueram e um professor lançou a idéia: “se eles são o Cisne Branco, o nosso Patinho Feio vai lá e vai ganhar essa parada”. A motivação foi tremenda.
A vantagem de uma equipe que já tinha um projeto em fase de testes foi determinante para escolha do Patinho Feio pela Marinha. O Patinho Feio, inclusive, encontra-se ainda hoje nos campos da Poli, ali pelos lados da Administração.
Adoro a sensação de ter aulas com alguém que faz parte da história do Brasil, ou pelo menos do computador no Brasil. É difícil imaginar que poderemos ser nós, um dia, a fazer a história do nosso país… Bacana!